Vivemos, pois, na era do capitalismo, o sistema, que se impõe como único com características despósticas e eloquentes. Mas um sistema econômico privador e misturado ao político torna a democracia "maquiada".
Vertiginosamente, as diferenças sociais e economicas, crescem e contrapõem-se aos pontos que essa globalização democrática oferece. Mutuamente à esse problema surgi um novo paradoxo: será que a globalização é para todos ou como nossa democracia ela é "maquiada" ? Esse é apenas um dos milhares de imperativos que a imposição do sistema ao intelecto do homem causou.Parece que conviver com a diferença social, financeira ou cultural não é mais perplexo. Ao mesmo tempo que essa tirania do capital separa, ela educa que é comum ser melhor e maior do que o outro. É como se fosse natural todos serem divididos entre opressores e oprimidos, mas em tantas castas que são incontáveis.
Devemos, pois, avaliar que o capitalismo gera um abismo dentro do próprio sistema e que privatizar, separar é seu lema. Teremos que ter a cogniscibilidade do que isso representa para a democracia, transformada enfim, em uma aristocracia, assíncrona e unilateral.
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